terça-feira, 13 de outubro de 2015

Estudantes em Assu protestam: Queremos praça!

ManifestaçãoOs moradores da rua, por sua vez, foram surpreendidos com a construção de um quiosque no lugar da desejada praça. Alegam que o local é inadequado para quiosques, considerando sobremaneira ser justamente em frente ao SEBRAE; Faculdade Anhaguera; Biblioteca SESI; Igreja Evangélica; Colégios; Apart Hotel etc. Pasmem, todas estas instituições se posicionam contra a construção do quiosque.

Os moradores dizem que os estudantes e as instituições têm razão. Uma praça com área para crianças e idosos seria o ideal para o local.

O prefeito, entretanto, ocupou espaço em emissora de rádio para defender o projeto do quiosque dizendo que servirá “apenas” para venda de lanches, e que o manifesto se tratava de “viés político”. O que é controverso, tendo em vista que os residentes da rua e os estudantes, em sua maioria, são seus eleitores.

Os populares afirmam que na cidade existem muitos destes quiosques e, que na verdade, vendem sim bebidas alcoólicas. Dizer que é destinado à lanches é apenas argumento inicial para ludibriar os descontentes, mas ao final a população tem ciência no que isso tudo vai acaba: em aglomerado de bêbados e desocupados. Basta vislumbrar os quiosques que ficam por trás da Igreja Católica que também eram destinados ao comércio de alimentos.

De modo que, como visto, em que pese os argumento do particular e do prefeito em detrimento da maioria, que apresentou abaixo-assinado e tudo, não se afigura viável em hipótese alguma a construção de um quiosque no setor.

Se faz necessário, por fim, ouvir os moradores obedecendo os preceitos da Lei n. 10257 de 2001, que regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal, estabelece diretrizes gerais da política urbana e dá outras providências.

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