segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Dilma e Aécio decidirão eleição para presidente no segundo turno

Montagem wide ASPAS + % eleições primeiro turno - Dilma Rousseff e Aécio Neves (Foto: Eraldo Peres/AP; Eugenio Savio/AP)Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) decidirão em segundo turno, no próximo dia 26, quem será o futuro presidente do Brasil. Com 99,99% das urnas apuradas (acompanhe a apuração), a petista obteve 43.267.438 votos (41,59%) no primeiro turno e o tucano, 34.897.196 (33,55%), segundo números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Marina Silva (PSB) recebeu 22.176.613 votos (21,32%) e ficou em terceiro lugar, mesma colocação da eleição de 2010. O resultado ficou matematicamente confirmado às 19h56, segundo o TSE – até a última atualização desta reportagem, faltava somente a contabilização dos votos de duas seções eleitorais no Amazonas.

Após a confirmação de que haverá segundo turno, Dilma e Aécio fizeram pronunciamentos em Brasília e em Belo Horizonte, respectivamente.

A petista aproveitou a fala, para uma plateia de militantes do partido, e atacou o PSDB: "O povo brasileiro não quer de volta aqueles que viraram as costas para o povo, que acabaram com as escolas técnicas, esvaziaram o crédito educativo e elitizaram as nossas universidades federais, sucateando-as". Aécio afirmou que "o sentimento de mudança em todo o Brasil foi uma coisa surpreendente em todos os estados".

A candidata do PSB declarou que decidirá com o partido quem apoiará no segundo turno e que não se considera uma "derrotada" por ficar fora da etapa decisiva da disputa pelo Palácio do Planalto.

O ministro Gilberto Carvalho afirmou que o PT está disposto a convencer Marina Silva a apoiar Dilma no segundo turno, e que, para isso, o partido pode incorporar propostas do programa de candidata derrotada. Aécio, que no pronunciamento reverenciou Eduardo Campos, morto em agosto e de quem Marina era vice, declarou que aceitará o apoio de "todos os que tiverem contribuições a dar". Ele disse ter "enorme respeito" por Marina, mas que aguardará a decisão "sobre o caminho que ela achar mais adequado".

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