quarta-feira, 5 de março de 2014

Carnaval de rua de Currais Novos termina em desentendimento entre organizadores e Khrystal


Carnaval terminando com tempo fechado na Princesa do Seridó. Tudo isso porque a cantora Khrystal, que participou há alguns meses atrás do programa global “The Voice Brasil”, resolveu dar um famoso “piti”, ou seria estrelismo?

A cantora reclamou do palco e do som, e disse ainda que estava constrangida, pois a estrutura que fora montada para a realização do show faltava com respeito a ela. Fez o show todo, no Largo do Tungstênio, Centro da cidade, reclamando claramente, de tudo e dizia frases como: “Currais Novos, me ajude a sair menos triste hoje”. E, claro, o povo não gostou nada, visto que afinal de contas foi este mesmo povo que ajudou a fazer o carnaval da Terra da Scheelita.

Logo, quando Khrystal parou de cantar, o palco foi ocupado pelos organizadores da festa. Todos com a mesma queixa: “No ano passado, com estrutura inferior e cachê pela metade do de hoje, ela canto, e sem reclamar”. Um dos membros da organização do carnaval, Ronaldo Gomes, que também ocupa a presidência da Fundação Cultural do Município, pegou o microfone e falou: “Organização sobe ao palco para dizer... Se esse palco não está à altura de Khrystal, é o que podemos oferecer. O Carnaval foi feito pelo povo”. E continuou: “O Carnaval não foi feito pela Prefeitura, mas pelas pessoas que ajudaram comprando camisas e ficando em Currais Novos”. Para encerrar: “Todos, inclusive Khrystal, estão pagos”.

Entre os muitos comentários do momento, Siderley Filho, da Sidys TV a Cabo, também organizador do carnaval, pegou o microfone e disse: “Se não passamos na Globo passamos na TV a Cabo, no site CN Agitos”. Outra que pegou o microfone foi Paula Érica: “O Carnaval de Currais Novos não é um movimento político, não admitimos que ninguém se beneficie da festa do povo”. Depois foi Leonor, que faz parte também da organização: “Agradecemos à prefeitura pelo apoio na infraestrutura”.

Depois de música e desabafo, o tempo fechou atrás do palco. E o carnaval de rua acabou… em palanque.

Fonte: Jean Souza


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